
Águas de Março Elis Regina
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É pau, é pedra
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho
É um caco de vidro
É a vida, é o sol
É a noite é a morte
É um laço, é o anzol
É peroba do campo
É o nó da madeira
Caingá, Candeia
É o matita-pereira
É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É um mistério profundo
É o queira ou não queira
É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga, é o vão
Festa da Cumeeira
É a chuva chovendo
É conversa ribeira
Das águas de março
É o fim da canseira
É o fim do caminho
É um resto de toco
É um pouco sozinho
É um caco de vidro
É a vida, é o sol
É a noite é a morte
É um laço, é o anzol
É peroba do campo
É o nó da madeira
Caingá, Candeia
É o matita-pereira
É madeira de vento
Tombo da ribanceira
É um mistério profundo
É o queira ou não queira
É o vento ventando
É o fim da ladeira
É a viga, é o vão
Festa da Cumeeira
É a chuva chovendo
É conversa ribeira
Das águas de março
É o fim da canseira
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